Em seu texto, Douglas Rushkoff atenta para o fato de
que uma parcela pequena da sociedade, caracterizada como uma elite extremamente
rica, tem em mente que algum tipo de evento catastrófico irá comprometer a
sociedade como a conhcemos, e que a tecnologia será a forma que eles terão de
se salvar.
Em primeira leitura, a ideia dessas pessoas pareceu
absurda, principalmente pelo fato de serem pessoas que têm acesso a muito poder
e que se preocupam mais em se salvar em um suposto apocalipse do que em
usufruir daquilo que já possuem para tentar realizar algo.
A reflexão sobre o texto trouxe um aspecto sobre o
quanto como uma sociedade, repetem-se padrões de comportamento, visto que há
uma ideia de superioridade de um grupo de pessoas sobre outro em vários níveis e
escalas diferentes, e o quanto isso vai de encontro à ideia final do texto, que
apresenta que o que for acontecer, será um destino coletivo, e não individual.
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